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Artigos escritos pelo Pe. Claudio C.Ss.R.

tolerancia-tO ser humano pode ser definido como um ser religioso. Em todas as civilizações e povos encontramos sinais de ritos e busca de viver e traduzir o sagrado. É a nossa essência se assim podemos dizer. O transcendente e o imanente caminham juntos. A beleza de ser gente é que estamos sempre em construção, buscando uma luz.

 

É nesta busca que situa nossa grandeza e também nossa fraqueza. Grandeza porque temos consciência de que não somos infinitos e isto gera sempre um desconforto "curado" apenas pelo  olhar da gratuidade e solidariedade. Fraqueza porque nesta busca podemos cair na ignorância e no radicalismo.

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NtalÉ noite,

Tudo está diferente.

Pessoas passam apressadas

Umas com embrulhos, outras de mãos vazias.

Se não fosse essa sensação

Eu diria, que é uma noite igual as outras.

Mas não é.

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tempo comumIniciamos o tempo comum da nossa fé. Com a celebração do batismo de Jesus a liturgia da Igreja encerrou o ciclo natalino, e agora com a predominância da cor verde nos paramentos somos convidados a viver um novo tempo. O verde da esperança nos convoca a perceber que a cada dia o Deus da vida nos abençoa. É preciso sempre esperança, é preciso dar razões da nossa esperança e nossa fé, como afirma Pedro em uma de suas cartas (1 Pd 3, 15).

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Solidão

 

Luta de bravos

Anjos e demônios.

Vaso estreito,

Rio espiritual.

Voz de meus deuses.

Vence aquele a quem sou fiel.

Impulso vital

Solidão, meu ser!

 

Pe. José Claudio, CSsR.

 

Solidão Poema

ProcuraMuitos te buscam Senhor

Muitos te encontram

Muitos debatem com o tempo,

Com a dor da procura oculta,

Com a própria fraqueza de não poder enxergar além.

 

 

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Mistério

 

Tu não és insondável

Tu és apenas

Aquele que é

Tu és mistério desvelando

A harmonia simétrica

Da criatura em busca do criador.

 

Pe. José Claudio, CSsR.

 

Mistério

 

AnjoQuando adormeço

Na brisa macia da noite

Com toques leves e solenes

um anjo bom vem vigiar ao meu lado.

Acalentando o sono sereno

Proclamando a certeza do mistério

Que envolve o ato de doar-se constantemente.

Navego por sonhos desconhecidos

Acompanhado do seu olhar,

Sorriso, mansidão afável.

Guarda sempre meu tesouro

Não pergunta, não se aflige.

Apenas vela por mim.

Espera quieto emitindo o som de cítara.

Embalando num vai e vem

O silêncio, fulgurante,

Atuante a todo instante.

Quando se aproxima a aurora

Iluminada por sua aura,

Acolhe os alaridos dos pássaros.

Num movimento de despertar,

Vai dando espaço ao milagre de renascer.

Principia novo viver.

Num gesto ensaiado

De força e paixão,

Abro as pálpebras ao encontro da luz.

De mansinho o anjo bom faz morado no meu coração.

Pe. José Claudio, CSsR.

Oração

 

Silêncio,

Gesto,

Palavra.

Orar - Ação.

 

Pe. José Claudio, CSsR.

 

Oração