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familia-672x372            Vivemos num mundo plural e numa mudança de época. Os valores parecem flutuar no tempo e não possuem a solidez de outrora. É preciso sensibilizar nossas famílias para um novo jeito de estar no mundo.

            É por esse motivo, que a CNBB nos oferece no mês de agosto um tempo de reflexão sobre a família. O tema deste ano é: "O amor é a nossa missão: a família plenamente viva." No amor podemos iluminar um novo caminho.

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teología-da-libertaçãoReservo este espaço para uma pergunta inquietante da cultura atual: Deus, onde estás?

Pode ser uma indagação tola, mas um questionamento que muda o itinerário de uma vida.

            Responder que Deus está em toda a parte já não satisfaz mais. É preciso uma nova postura de pensar e de experimentar o amor de Deus. É necessário valorizar a experiência humana. O homem (quando digo isso, digo também a mulher) deve ser o ponto de partida da pergunta da fé, da sua experiência indo ao encontro com Deus. É o homem que caminha para Deus dando sentido a sua vida. Deus já veio, sempre vem. Mas, se a experiência não parte do coração humano não ganha sentido na cultura atual.

            Começar de Deus para explicar se vale a pena ter fé é complicado. A pergunta pela necessidade do homem qualifica o mundo e "enobrece ainda mais Deus". Este modo de pensar valoriza ainda mais o fazer teologia.

            Hoje, com toda essa pluralidade, homem e Deus devem caminhar de mãos dadas. Que tal valorizar ainda mais a antropologia? Assim, estaremos falando mais de Deus ao homem pós moderno.

 

Pe. José Claudio Teixeira, CSsR.

sebastiao-salgado-exodos-3Travessia que conduz a aliança

ouvindo ao longe a voz de Deus

que oferece a mão convocando a ir em frente

a marchar

a caminhar.

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Naquele tempo os apóstolos reuniram com Jesus e contaram tudo o que tinham feito e ensinado (Mc 6,30-34).

Se assim podemos dizer Jesus inaugura a pedagogia do descanso. Após um tempo de intenso trabalho vem a partilha, vem a revisão. Como se diz na linguagem popular: "É hora de recarregar as baterias".

Jesus descansa, imagem bonita para aplicarmos na cultura atual, conhecida como a cultura da velocidade. Ninguém quer parar. Mas, é preciso parar.

Celebramos neste domingo com o missionários Redentoristas de todo o mundo o domingo do Santíssimo Redentor. Esta festa é celebrada no 3º domingo de julho. O santíssimo Redentor é o titular da Congregação Redentorista. Junto dele Copiosa é a Redenção.

Pe. José Cláudio, CSsR.

A tradição Judaica nos ensina que dentro de um ambiente familiar a comunicação oral é muito importante. É preciso que nossas famílias cultivem o gosto pelo diálogo, pela palavra.

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Memória tesouro que carrego

como grande vaso que a cada instante

me chama a conversão.

Memória que afeta

desperta

reacende a busca de Deus.

Memória

dizer de forma diferente

o que vive e sente.

Transformar e redizer o vivido

com o coração em chama

em pranto.

Memória agradecida

é o transfigurar junto de Deus todo o nosso ser.

Memória agradecida

traduz o sentido de pertença a mim mesmo.

Pe. José Cláudio, CSsR.

ArquivoExibirEstou lendo um livro, em que cada leitor da Igreja atual, deveria ter em mãos. "As 10 heresias do catolicismo atual". O autor, GonzalezFaus, com toda a sua competência intelectual e espiritual nos faz penetrar numa teologia bem elaborada e aplicada na prática pastoral e nos desafios da Igreja hodierna.

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Jesus profetiza em sua terra.

                Iniciamos a semana deste tempo comum com o evangelho de Marcos 6, 1-6, onde Jesus visita a sua terra natal. Lá a sua mensagem não é aceita. Eles não aceitam Jesus pois, Ele é um dos nossos. Seus conterrâneos não conseguem vê-lo com os olhos da fé. O coração está fechado.

                Para acolher e ver Jesus é preciso coração aberto. Coração aberto supõe fé e coragem. Fé e coragem supõe atitude e conversão. Por isso que é difícil ver Jesus, pois quem faz essa experiência muda de vida. Mudar de vida é difícil pois tem que deixar para traz, aquilo que não nos deixa caminhar na alegria.

                Vamos nesta semana, experimentar o amor de Deus em Jesus e nos perguntar: o que nos impede de ver Jesus?

                              

 

Pe. José Claudio, CSsR.

 

 

PS: E você, vai participar da Caminhada da Paz?